quarta-feira, 25 de março de 2009

Receita de Blog Magro

Em um pote coloque litros de verdade, add generosas pitadas de bom-humor e aquela colherada funda de tiração de onda. Corte pedaços pequenos de revolta, palavrões, palavras que não deveria ter dito e percalços do dia-a-dia ( poucos pedaços e bem pequenos melhoram o moral com a gurizada- hehe).

Para untar a forma bezunte-a com malemolência e polvilhe-a com sorte por ainda não ter levado um soco. Para finalizar adicione comentários ao seu gosto.




Aquele Abraço!


Serviço:

1 – Sweet Drama - 17.04 na Lótus com Oscar Bueno
2 – O nick é MEU, adivinha quem manda nele?
3 – Toca uma pra mim é o caralh*. Rsrs




Lucas aka Gorduraz
O calo na mão da cena hahahahahaha

sexta-feira, 20 de março de 2009

O respeito à arte!

Depois de matutar, matutar e matutar, Magriça chegou a algumas conclusões escritas nas magras linhas que seguem.
Aparentemente, mandar um som nas cabines por aí parece fácil, bombar a pista e arrancar aplausos da rapaziada basta um hit da estação, uma mão erguida pelo DJ e o grito de algumas cocotas com aquela roupinha da boutique com nome em francês! Infelizmente isso é fato e o cenário da Hell City está cheio de coisas assim. Nada contra os caras que fazem isso, afinal cada um é livre pra fazer o quer. E a partir disso, também sou livre para criticar, algo parecido como “quem fala o que quer, escuta o que não quer". Quando um didiei se apresenta tem que ter a noção que está fazendo uma espécie de discurso, que apesar das batidas repetitivas da música eletrônica está transmitindo sua mensagem e mostrando ao público o que tem a dizer, expondo suas emoções, sentimentos e idéias. E o que é melhor – ou em alguns casos pior – em um sound-system gigantesco e para dezenas, centenas ou milhares de pessoas. Poder oportunizar momentos de dança, diversão e informação para a galera é uma responsabilidade muito grande, e para tornar a visualização disso mais fácil Magrão fala: lembre-se da importância e da influência que artistas como Beatles, Ramones e Tião Carreiro e Pardinho – rss - exercem na sociedade contemporânea, no modo de vestir, pensar e agir. E o mais legal, tudo a partir e através da música.
Um DJ que não tem plena consciência de sua função como comunicador está propenso a fazer cagadas, influenciar de forma desordenada e inconseqüente a evolução da cena. Não que exista uma formula certa a ser seguida, mas só tocar hits, levar a galera ao delírio e foder com a vida do DJ que se apresenta depois, é uma bela duma filhadaputagem e um desrespeito para com o público, que inevitavelmente dança, grita e extravasa, esgotando seu estoque de gritinhos e de energia!
Fica esperto, XOMANO! Respeitar é ser respeitado. Tratar a arte de forma digna é ser tratado da mesma maneira por ela. Se sugares ao máximo o que ela tem para dar, serás sugado por ela.



Serviço:

1 – Abril tem novidade Quântica na cena. É doce, intensa e grooveada!
2 – Festas com 2000 carros geram congestionamento. Esse é o problema, quero é saber da solução, neguinho. Se lhe falta para fazer grandes festas, faça menores! Rá!
3 – Tempo de profissão não é chancela de qualidade.
4 - Realmente estou louco pra tocar nas festas por aí e ninguém me chama! hahahaha!



Lucas aka Gorduraz
O introspectivo da cena!

segunda-feira, 16 de março de 2009

Não se faz mais festas como antigamente!

Como bom blogueiro de meia-tigela que sou, quase dois meses se passaram desde o último post e cá estou tentando escrever alguns parágrafos que façam sentido!
No último sábado, Magriça foi conferir de perto a gig de lançamento do novo álbum do produtor Gui Boratto – Teike mai bréaf auei, hehe. A festa também contava com atrações interessantes em seu line, tais como: Dada Atack e Andeson Noise, além dos locais Breno, Diego Bertollini, Faraz, Bongiolo, André Maggi e Gio Curvo. Ao chegar, aquela mesma milonga de sempre: uma super fila de carros super desrespeitada por um monte de gente, mas como Tilim não gosta de esperar, deixou seu carro na avenida e lá fomos nós pela rua cheia de barro. Depois de andarmos um pouco chegamos na entrada da festa e para nossa tristeza mas não para nossa surpresa, uma fila imeeeeeeeeensa (se é que dá pra chamar aquela aglomeração de “reivers” de fila). Nesse momento quem se apresentava era mano FARAZ, mas como demorei um tempão lá na frente não pude escutar de perto. Assim que entrei fui logo para perto do palco para sentir a pressão do sound-system, e ao chegar bem perto perguntei-me, o que há de errado com o som? Se alguém me perguntar o que acho novo disco do Gui Boratto responderei algo do tipo: Tenho que escutá-lo no som lá de casa bro, porque lá na festa o telhado de zinco e a conversa da galera soavam mais do que o tunts-tunts.
Depois dessa decepção, Magrão desanimou, pegou suas trouxas e foi-se embora pra nunca mais voltar.


Serviço:
1 – Em abril tem festa com line-up powered by Quantik Djs. Hehe
2 - Falta de criatividade não rende itens na seção Serviço.



Lucas aka Gorduraz
O bigode com as pontas enroladas da cena!

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Sangue no Olho!

Tatuado, sonolento, ressaqueado e bem atrasado, vai aí mais um pouco do blog mais leve da internet. Muito tempo passou desde o último post, muitas idéias, conversas, reflexões e conclusões surgiram para o Magrão. Nas palavras que seguem, tentarei falar um pouco sobre a “profissão dj” e como andam as coisas pela cena na Hell City.
Nos últimos tempos, estive bem próximo dos produtores e músicos da cena independente da nossa capital, e lá, pude ver que glamour, estrelismo e pagação de pau não fazem parte da realidade de nenhum dos grandes músicos da capital. Também vi que muuuuito trabalho nas diversas esferas da cadeia produtiva do meio artístico torna-se essencial para a sustentabilidade e para a difusão da arte. Prova disso: os espaço-cubistas, gente-finíssimas do Macaco Bong tiveram seu primeiro disco eleito o disco do ano pela revista Rolling Stone ( éééé meu amigo, pra quem não conhece, eles são aqueles malucões que trampavam no bar da Casa fora do Eixo, que limpavam o chão, que escutavam desaforo da playboizada mau-educada e das cocotas sem noção).
Agora vamos tentar adaptar o discurso desse pessoal para a realidade da galera das cabines e dos promoters que bebem pra caralho durante o trabalho.
De um tempos pra cá, podemos ver o surgimento de djs a todo instante. Qualquer Jão com E-mule e Virtual DJ sente-se capaz de segurar uma pista, agradar todo mundo e fazer geral dançar. DOCE ILUSÃO. Além da facilidade aparente da discotecagem, outro fator que ajuda ainda mais é que promoters, donos de clubs e afins não estão nem aí pra isso.

E como pode ser feito Magrão!?

Como disse, nosso cenário não comporta um cara bonitão que só discoteca ( aliás, comporta... mas não deveria!). Enquanto uma porrada de djs toca, produz eventos, escreve em blogs, fomenta os fóruns online, faz vídeos, debate, se interessa, interage, conecta-se com cenários de outros lugares, outros só fazem um DJ set de merda recheado de hits, e tornam a nobre profissão de DJ uma presepada! Foi-se o tempo que o artista deveria focar-se somente em sua arte, ter tempo livre pra criar, esperar sentado na sala de casa por inspiração. Como já diz a galera do Espaço Cubo: Artista Igual Pedreiro!
É “emputecedor” ver djs que tocam com o picth marcado e que não sabem nem qual lado devem partir a jaca ter residência garantida em um club como a Lótus. E o pior, lê-se no release desse pessoal: “introduzindo o house por todo o estado”, “carisma e felling são suas principais características”. Pô pessoal, ninguém aqui é otário né! A distância entre a palavra e a ação – para esse tipo de gente - é enooooooooorme!

Mas porquê acontece isso, Magrão?

Por causa a banalização da profissão, da palhaçada que rola por trás das principais cabines por aí, pelo público que só quer sair de casa pra encher a cara e que satisfaz seu pseuso bom gosto com um som de MIERDA.

Resumindo!
Trabaaaaaaaaaaaaaalha, neguinho!

Serviço:

1 – Tá dado o recado aos promoters. Olhem para os lados, vejam o que acontece, vocês são promoters, não descobridores de talentos. Assim como tudo na vida, o plantio de bons frutos garantem uma ótima colheita. Fácil de entender, neah!?
2 – Quem só quer tocar não merece espaço... Enquanto uns trabalham e plantam, uma meia dúzia de OTÁRIOS colhe e leva a fama.
3 – RAMAMOOO, não tinha cabeça mas tinha três cú! (sentiram o sentido dos três O)
4 - Parabéns à galera do Cubo. Pablo, Ynaiã, Ney, Kayapy e todo mundo que faz das tripas coração, do almoço miojo e do lanche um Malboro. Botaram pra foder, heim!
5 – Magrão está aberto a debates, comentem, opinem!
6 – Obrigado aos amigos que debateram e conversaram comigo, foi dessa forma que cheguei a essas conclusões.


Lucas aka Gorduraz!
O língua solta da cena!

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Hou Hou Hou

Depois de alguns chops e uma caipirinha de laranja com duas folhinhas de manjericão, vai aí mais um post do blog mais leve da internet.
Envolvido pelo espírito natalino, Magrão tecerá comentários positivos sobre o ano que foi, tipo Retrospectiva 2008 .
No ano que se foi muitas fitas interessantes rolaram, reza a lenda que a faculdade acabou, que a underlab vingou, que a parada prosperou, que algumas sementinhas Magro plantou, tretas causou, aquele olhar de desdenho da rapaziada rolou e finalmente 2008 vai deixando pra trás boas e más lembranças, daquelas que trazem amadurecimento pessoal e coisas boas pra cabeça de qualquer pessoa com menos de 60k.
Para comemorar o nascimento do menino Jesus, Magriça comeu pacas, trocou presentes com amiguinhos, deu aquela cochiladinha e foi balançar o cabeção do club GARAGE. Para começar, dancei o som da indecisa kyra: certas horas ficava de cara com o som, outras não entendia a house novelístico tocado pela garota. Vai ver, tentou tirar de seu case um set eclético, que bebe a água de várias vertentes... não gostei do som, ou talvez não tenha entendido sua mensagem. Depois da garota, entrou Gio Curvo. Com um set sempre característico, mano Gio mostrou a "quentura" de um bom artista e arrancou gritos do pessoal ao mostrar seu feeling e perspicária com que escolhe os discos. Em seguida, Nico tocou pela primeira vez no club, e vez um set diferente do que estou acostumado a vê-lo tocar nos after por aí.
No after na casa de Fitim, tomei altas, dancei, azucrinei, tentei implanttar a primeira roda-punk em after-hours do Brasil e fui supreendido por algo que andava apagado!
Feliz Ano Novo aí pra geral!
Serviço:
1 - No coments do post anterior um cara pediu que desse uma resposta à seus comentários, ai vai: (imagine Magrão falando com sotaque maranhense) "Mande um abraço pra maínha!";
2 - Índios não estão preparados pro alcoolismo;
3 - Gordurinha´s motherfuck little Nanda bro! uuuuuuuuuuuuuaaaaaaaaaaaaahaahahahahahahahahahahahahahahahahahahahhahahahahaha - Sabadão toco lá no MISC. Para mais info, deixe seu contato nos coments!
4 - Homem não precisa de pombo correio. Papo reto é coisa de nego esperto, sair falando por aí pra servir de paga-pau é paaaaaaaaia... e piadinha pronta também!
Lucas aka Gorduraz, o ajudante de Papai Noel!

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Magrão e Quantikos plantam uma sementinha!

Para começar o post vou contar uma piada: O que aconteceu com o pintinho sem cú que soltou um peido!? HA HA HA... bela merda!

Para o Magrão, a semana que passou foi uma beleza! Longas e produtivas tardes no estúdio, noites de aprendizado, rock e diversão lá no MISC, e muitos conflitos internos que trazem amadurecimento pessoal!


Ninguém tem nada a ver com minha vida, neah!? ( aliás, quem se interessa com a vida de um cidadão como eu!?)


Como disse, na semana passada rolou lá no MISC a SEDA – Semana do Audio-Visual. Além de palestras com pessoas interessantes e seminários com importantes gestores culturais, rolou muito som de primeira. Dentre os artistas que se apresentaram estavam Linha Dura, The Melt, Vitrólas Polifônicas, Los Porongas, Antidemo, Ebinho Cardoso e muitos outros. Como não poderia deixar de ser, o sound-system tava FODA (diga-se de passagem, que quem comandou o som foi o indião yankee Tchucka).

OOOOO Magrão, se continuar assim esse blog só vai falar da cena independente e esquecer a fogosa cena de e-music... uuuuuuuuuhuhuhuhuhuhuhu Tá boooom.


Na sexta o monstrão FUNK D´VOID tocou lá na Lotus, segundo mano Faraz o cara arregaçou a boca do balão (confira as palavras do amiguinho nos coments do post anterior). Magros não pagam 100 mangos pra ir lá nem que a vaca tussa em grego. O FUNK D´VOID merece 100 pilas. A dance-music de novela comandada pelos residentes nãããão.
No sabadão Phonique tocou no GARAGE, e como dj desempregado e sem grana fiquei na casa do mano Crude jogando X-box e tomando uminha!
Mas como não sou bobo nem nada, tive uma idéia tão boa quanto as outras que saem daqui de dentro ( Leonino!? Nãããão): eu e alguns amiguinhos resolvemos fazer um after num lugar bem simples, com a entrada custando 5 pilas e a cervejinha bem dielááááda a dois REAL. Lá, o pessoal dançou à sombra do pé de manga, levou sua bebida preferida, contagiou-se com o ar afável, viu as menininhas rebolarem, e teve a camiseta marcada pela cadela boxer que se divertia por lá! No som, todos os DJs da Quantik mais Tomaty e Nico botaram pra rachar, atacando em diferentes vertentes, com BPMs que variavam conforme as características de cada um. Acredito que esse tenha sido o primeiro after com essa nova roupagem: vai quem quer, preço acessível, sem fins lucrativos, line-up com artistas quentes, cervejinha barata e tudo mais. Com esse novo modelo, aproximaremos as pessoas que ainda não fazem parte da cena dos DJs, logo, do movimento. Dessa forma, criaremos um público sólido e fiel, informado sobre vertentes e tendências. Não esse público que está aí, que vai porque os outros vão, não sei se pra ostentar a calça nova da DIESEL, ou pra exibir o vestidim balonê com a cinta apertando a clássica cinturinha cuiabana de cerveja! Uuuaaaahahahahahah


No mais é isso, aBigos!

Serviço:
1 – Torçam pra que a idéia do after perdure, isso será muito bom;
2 – Magrão está aberto a sugestões de local para a próxima edição;
3 – O custo de produção do after foi de 200 mangos, somando a portaria e a venda das cervejas conseguinos 178 reais. beleeeeeeeza
4 – O Zão insvestiu 150 tijolos na construção da cena emprestando seu som!
5 – Obrigado ao pessoal que foi. No próximo tenho certeza que todos irão novamente, e ainda chamarão mais alguns amiguinhos!


Lucas aka Gorduraz ( o jão da cena )

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Desmotivadão e sem assunto!

Dominado pela desmotivação e pela falta de criatividade, o blog mais leve da internet ficou 10 dias sem nada de novo. Pensei mil assuntos pra escrever, mil pessoas pra falar mal, mil tretas pra criar e mil polêmicas pra retratar. Maaaas, como blogueiros magros e falastrões diminuem seu bem querer para com os amiguinhos da cena, acho que dessa vez serei mais brando e não vou pelar o saco de ninguém. Hahahahahaha
Na última sexta, Magrão foi recepcionado pela amiga índia em sua oca de dois andares, lá, deu risada de alguns trouxas, fez piadinhas com fatos engraçados, bebeu uísque puro, comeu pizza de banana com carne seca e combinou com os amiguinhos sua saída do final de semana!
Dentre todas as opções analisadas, cheguei à seguinte conclusão: vou ao Garage ver Mau Lopes. Ao chegar lá encarei a pequena fila pra que tem ingresso antecipado, e tive que esperar um tempão por um amigo lesado que esqueceu o documento no carro. Depois disso, me inclui na pista de dança mais legal da paróquia, e coloquei esse corpo magro pra balançar. Com a pista aquecida por Rafael Serafini, eis que surge DISCRETAMENTE o head-line da noite. Sem nhé-nhé-nhé e muito menos apelação, Mau Lopes fez uma sonzera do caralho. Com requinte, bom gosto e a famosa PERSONALIDADE ÚNICA (tão comentada nessas magras linhas) o set causou um pouco de estranheza no mal-informado público de e-music da nossa cidade. Mas o que interessa mesmo é que eu me diverti pacas e achei o set muito foda!

Mal informado público de e-music de nossa cidade!? Como assim Magrão!? Tá louco!?
Pois é pessoal, qualquer coisa que fuja da moda, não tenha nhé-nhé-nhe e possua personalidade não cai muito bem na pista daqui. Um fato que comprova isso, é a diferença nos sets tocados pelos mesmos DJs aqui na Hell City e em outras capitais.
Mas quem informa o público daqui, Magrão!?
Uai, amiguinho! Os DJs, logicaMENTE! Como sempre digo, se cada um tivesse um som diferente do outro, as coisas seriam beeeeeem diferentes.

Parei!

No próximo final de semana, a cena daqui mostra todo seu tórrido potencial. HAHAHAHA. Sexta tem FUNK D’VOID no morno club LOTUS (acredite se quiser, para fazer o warm-up da lenda o escalado foi o novato e residente Diego Bertolini... inacreditável). Sabadão tem Phonique no Garage: garanta já o seu ingresso pra não pegar fila e nem ficar de fora dessa.

Serviço:

1 – Blogs não fazem parte da mídia, não informam, não criam conceito, muito menos “dão o que falar”. Logo, a credencial de impressa passa bem longe da caixa de correspondências aqui de casa;
2 – Reza a lenda que vai rolar um after do Phonique. Dessa vez, sem segregação social, aberto ao público, com a entrada num valor simbólico e numa mansão abandonada. Prepare-se;
3 – Magros criam planos mirabolantes e maquiavélicos para conseguir as coisas (6);
4 – Pepa de boné, Gorduraz de regata e Xenxo de biquíni. Algo estranho domina a cena!
5 – Tá rolando lá no MISC a SEDA – Semana do Audio-visual. Sabadão tem Linha-Dura e Los Porongas. Massa heim!
6 – Sai fora, Alberto!
Lucas aka Gorduraz, o sem manga da cena!
 
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